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A Trindade faz-me lembrar três coisas: O teatro, a cervejaria e a rua que liga ao Bairro e aos Largos.
Do primeiro tenho a memória de peças memoráveis, algumas mais pela actriz que lá se estreava, minha ex-colega de liceu, e que me arrastava para a ver, sob promessas veladas mas nunca ditas, de caricias imaginadas, como tão bem as mulheres sabem fazer.
Da segunda vem-me a sala magnifica e um aniversário miserável na companhia de todos os meus amigos. Só dois na altura... É que há situações em que a quantidade tem, por si só, alguma qualidade e as festas são uma delas. Principalmente quando na mesa temos a medida exacta das nossas competências sociais. Nulas, na época...
Na rua, tantas vezes passada, estão pegadas minhas de estudante do IADE, de dias de nevoeiro como rato de alfarrabista, de guia nativo em tardes solarengas de domingo, de noites de conversa e copos com muita musica e corpos á mistura. (Ou será ao contrario?...)
De nós 3, os autores deste blog, virão conversas e textos sobre a eterna trindade masculina: Mulheres, carros e futebol.
Como de futebol não falamos, por excesso de entusiasmo ou indiferença; e os carros só nos servem para conduzirmos, resta-nos as moças e o que fazer com elas.
Seja!





